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Arquivo: Fevereiro 2008

A Menina que Não Sabia o que era Sorrir e Muito Menos Rir

eu-01 26/02/2008 @ 22:53

A Menina que Não Sabia o que era Sorrir e Muito Menos Rir   Há alguns anos atrás, morou em Londres, uma menininha que não tinha pai, nem mãe, que não tinha casa, que não tinha nome. Só tinha uma coisa, a única coisa que sabia que era dela: seu único, e vivo, avô.  Ele era um homem de cerca de sessenta anos, que já fora muito rico, trabalhava como vendedor, mudava-se constantemente; (no momento estava em Londres). Em uma madrugada, um incêndio tomou conta de tudo que possuía, levara sua mulher, seu único filho, sua nora e o netinho não nascido; só não levou uma coisa: sua única neta, a única criança que não sabia o que era sorrir e muito menos rir. Pudera, nunca a menina fizera algo semelhante a isso!  A menininha tinha a pele morena, por causa de sua mãe, os cabelos louros encaracolados, vieram da avó paterna, os olhinhos cor de mel, vieram do avô materno (o qual nunca conheceu).  O avô tinha uma estatura mediana, tinha os cabelos grisalhos e tinha os braços musculosos; de tanto erguer isso ou aquilo.    Seu nome era Anderson e a criança, com oito ou nove anos, não tinha nome!  -Não há nada que chegue aos pés de minha neta!- dizia o velho Anderson sempre que perguntavam o nome da menina. Na verdade, assim como a menina, ele o esquecera devido ao pouco uso deste; só ouvira-o até a netinha completar três anos, quando os pais morreram e nunca mais se ouviu aquele nominho perdido.  Ela nascera em tempos difíceis, nunca tendo ouvido um único som de riso; até aquele dia não sabia o que era o simples ato de sorrir.  Naquele dia enquanto esperava pelo avô, sentada no chão da praça, viu um menino, mais ou menos com a sua idade, com duas figuras: uma mulher e um homem. De repente, uma dor aguda surgiu, dentro de seu duro coração.  “Que saudade dessas duas figuras” – ela pensou.  Como um raio, ela ouviu: “Brighet!”  Seria aquele seu nome? Ela estava confusa. Elevou suas mãos até a cabeça para esconder a lágrimas, de dor e saudade, que estavam prestes a explodir quando sentiu algo duro e frio encostar-se em sua pele.  A menina, com lágrimas nos olhos, olhou para a pequena corrente de metal, com um medalhão no centro, com um pouco de medo; afinal quem poderia ter lhe dado aquele objeto, gasto mas muito bonito?      Ela observou tudo em volta, nada viu; apesar de ter tido a impressão de alguém gritando seu nome. Assim que colocou o cordão sentiu um sentimento novo, sentiu algo inesperado, sentiu algo bom. No mesmo instante ela começou a rir, rir e rir!  Parou de súbito. Tinha certeza de ter ouvido alguém gritar:  “Mamãe, seu cordão!”- olhou em volta, nada viu além de um senhor acenando calmamente para ela; alguém a chamando pelo seu nome:  -Brighet! Venha com o vovô! Vamos dar uma volta!- com um salto, ergueu-se e foi-se ao encontro dele.  À distância Brighet olhou para trás, teve a impressão de reconhecer a figura do pai e da mãe; com uma criança no meio deles.  “Deve ser meu irmãozinho...”-pensou a menininha, com um sorriso misterioso nos lábios.  As figuras acenaram, vagarosamente, para ela e; aos poucos; sumiram. Ela retribuiu o aceno. O velho Anderson, interrompendo a caminhada, disse:   - Para quem está acenando, minha neta?  - Só para uns amigos... Mas eles já forma embora...  - Não diga isso, querida, seus amigos sempre vão estar por perto quando precisar.  -Vovô - disse a menina, retomando a caminhada- Como sabia meu nome?  - Sabe, Brighet... É uma pergunta engraçada... Estava caminhando para encontrá-la quando... BUM! Como uma bomba. Lembrei o seu nome.  - Entendi...- respondeu a menina, um tanto confusa.  - Só mais uma coisa, netinha...- começou o avô – Do que você estava rindo, naquela hora, quando cheguei?  - Ora, - começou a menina fazendo ares de superioridade – Da vida, vovô, não está uma bela tarde?  Ele sorriu. Pegou a mão de Brighet, e foram; de mãos dadas; até chegarem a sua provisória casa.  À distância, um casal, com um menininho entre os dois, observava o avô e a neta, sumirem dentro da casinha.  - Será que eles vão ficar bem? – falou a mulher.  - Mas é claro! Sempre vamos estar aqui, para protegê-los!- respondeu o pai.  Eles atravessaram as paredes da casa, como se nem existissem, caminharam tranqüilamente até o quarto, onde a menina estava, e, vendo-a dormindo, entraram, um por um, dentro do medalhão, que ela ainda usava.  Imediatamente a menina sorriu; sentia que sua família estava ali a protegendo de todo mal.Fim

Diário on-line; página 2

eu-01 24/02/2008 @ 22:28

The Beauty and the Beast-Kim Possilble and Ron Stoppable   Sabe, eu sou SUPER FÃ de: "Kim Possible"; "Avatar - a Lenda de Aang" e "Ben 10"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  Por isso não liguem se aparecer, constantemente, umas imagens desses desenhos que eu citei!

  Eu resolvi expor isso uma idéia minha, muitaos podem achar louca mas...

  Nós vivemos em um mundo cheio de sonhos e fantasia... E eu sou uma pessoa em qual a linha entre a fantasia e a realiddade é extremamente frágil! Tanto que eu criei histórias, que mais tarde irei expô-las aqui por completo, elas tem como protagonista principal garotas! Elas são: "A Menina que Não Sabia Sorrir"; "A Garota que Não Sabia Rir"; "Hannah a Princesa Guerreira"; "A Princesa Estela e seus Atos"; "A História de Deltwood"; "Shuny - Uma Princesa Oriental"; " A Feiticeira Lindyth";           " Bindythig - Filha de Lindyth"; "A Linha Mágica"; entre outras (das quais não me lembro agora).

  Isso é mais um pouco sobre mim!  

Diári on-line - 1ª página

eu-01 17/02/2008 @ 12:45

Sou Esportista! 

 Esses dias, que eu não entrei aqui (snif), foram muito legais! Outros nem tanto...

 Nos dias legais eu...Fui no cinema com as minhas amigas; visitei o museu "Asas de um Sonho"; passiei com a minha família; fui na casa dos meus avós...

 Nos mais chatos...Fiquei em casa emburrada; fui obrigada a ir em lugares que eu não queria...

 Mas, fora as coisas chatas, eu me diverti muito!

Bjus!♥

Eu em Anime!

eu-01 17/02/2008 @ 12:38

Eu em Anime 

 Eu adoro o estilo de desenho Japonês-Mangá!

OIE!!!

eu-01 05/02/2008 @ 16:32

OIE!!!
EU SOU EU!!!
Essa vai ser sempre a frase que eu irei usar por aqui!
Eu estou no meio de uma confusão!!!
Hainda não almocei; meu pai tá arrumando o escritório, onde tem um MONTE de coisas pesadas, e precisa da minha ajuda; eu estou aqui digitando essa mensagem!
Confusão!
O Carnaval já passou, (praticamente), as Férias no finzinho e as aulas vindo aí!
Desejo a todos um ótimo ano letivo!
BJUS!!♥♥♥

EU!!